O que é RAID e o que diferencia cada um deles? (Parte 2)

LB2 > RAID  > O que é RAID e o que diferencia cada um deles? (Parte 2)

O que é RAID e o que diferencia cada um deles? (Parte 2)

Dando sequência à explicação sobre os diferentes tipos de RAID, neste post você entenderá o que são os níveis 3, 4, 5, e 6 e a forma híbrida que une os RAIDs 1 e 0.

 

 

RAID 3

 

Ao contrário de todos os outros níveis de RAID, neste caso, a informação não é dividida em blocos, mas sim, em bytes individuais. Por conta disso, a gravação das informações nos discos precisa ser sincronizada, o que não acontece nos demais tipos de RAID.

 

Essa sincronia facilita o processo de recuperação de dados no caso, por exemplo, de aplicações que requerem transferência de informações longas e sequenciais. Em casos de aplicações de banco de dados, por exemplo, que realizam várias solicitações pequenas de dados, a performance fica comprometida.

 

 

RAID 3

 

 

RAID 4

 

Muito similar ao RAID 3, o nível 4 só distoa do anterior por não armazenar os dados em bytes, mas em blocos que, neste caso, são maiores (16, 32, 64 e 128Kb). Por não exigir sincronia no processo de gravação, tem uma performance melhor que a versão anterior. Em geral, é indicado para sistemas que fazem muitas consultas, mas pouca gravação de dados.

 

RAID 4

RAID 5

 

Ao mesmo tempo em que separa e distribui a informação em blocos, também fragmenta-se a paridade desses blocos entre os discos. Vamos usar uma frase maior para tornar mais fácil a compreensão desse nível RAID. “O que é RAID e seus benefícios” será o exemplo utilizado.

 

Por apresentar um equilíbrio entre performance e disponibilidade, o RAID 5 tem sido a opção mais utilizada atualmente.

 

RAID 5

 

 

 

RAID 6

 

Considerado o mais confiável, esse nível é também o que possui a menor performance. Isso porque o RAID 6 está voltado para a garantia de disponibilidade das informações, ou seja, evitar, a todo custo, que elas sejam perdidas com o passar do tempo.

 

Para isso, precisa abrir mão de pelo menos dois discos que ficam dedicados à paridade de todo o conteúdo armazenado.

 

RAID 6

 

RAID 1+0 (RAID 10)

 

É exatamente a combinação entre a distribuição de dados realizada pelo RAID 0 e o espelhamento do RAID 1. Ou seja, uma união entre a performance (RAID 0) e disponibilidade (RAID 1).

 

Para montar essa configuração, são necessários, pelo menos, 4 discos. Vale lembrar que tanto o dado pode ser espelhado e depois realizado o stripping como o contrário.

 

 

RAID 0+1 (Striping seguido de espelhamento)

 

Se o Disco 2 para de funcionar, o Disco 1 também falha. O mesmo acontece com o Disco 4, no caso do 3 ter problemas (e vice-versa).

 

RAID 0+1 (Striping seguido de espelhamento)

 

 

RAID 1+0 (espelhamento seguido de striping)

 

Neste caso, há uma tolerância maior à falha, uma vez que, mesmo que o Disco 2 desligue, o Disco 1 continuará funcionando perfeitamente.

 

 

RAID 1+0 (espelhamento seguido de striping)

 

No próximo post, vamos falar sobre os diferentes tipos de armazenamento: NAS, SAN e DAS. Continue acompanhando as atualizações do nosso blog.

LB2
Não há Comentários

Poste um Comentário

Comentário
Name
Email
Website